sexta-feira, 20 de junho de 2008

Coceira la

Ja que esta chegando o verao, vamos falar sobre um assunto muito interessante para nos mulheres. Confesso que já tive esse problema e já sofri muito com isso, principalmente no verão, em época de férias que a gente passa o dia todo na praia com o biquine molhado. Espero que as dicas ajude outras meninas. Recebi esse texto por email e nao sei se ele esta linkado na internet. Se alguem souber o site, por favor me avise.

Coceira, ardor e dor durante a penetração na relação sexual podem ser sinais de que algo está errado com o corpo da mulher. A candidíase vaginal é uma das causas mais freqüentes de infecção genital e se caracteriza também por um corrimento semelhante à nata do leite. De acordo com a ginecologista Mariana Maldonado, cerca de 75% das mulheres terão pelo menos um episódio da doença ao longo da vida.
No corpo da mulher, existe um fungo natural chamado Cândida. Ele faz parte da flora de microrganismos que moram na vagina e vivem em equilíbrio com outras bactérias.

Em situações comuns, não há inflamação, mas alguns descuidos podem provocar o problema.

O desenvolvimento do fungo precisa de um organismo favorável para acontecer. Mulheres com doenças que provocam a baixa imunidade como AIDS, por exemplo, são propensas à candidíase.

Diabetes, tratamentos prolongados com antibióticos, situações de estresse, gravidez, obesidade, falta de higiene, PH ácido, pré-menstruação, desodorantes íntimos, praia, piscina e uso de roupas inadequadas (justas e sintéticas) também podem deixar a pessoa sensível ao problema.

Segundo Mariana, apesar de não afetar de outras formas a saúde, a infecção pode aumentar as chances da mulher se contaminar com o vírus HIV, caso tenha relações sexuais com um portador.

A umidade da região genital é um dos principais fatores que ajudam a desenvolver a candidíase, portanto evitar o uso freqüente de roupas muito apertadas, protetores íntimos e calcinhas sintéticas são atitudes importantes, já que esses produtos abafam a região. A dica é preferir peças íntimas de algodão, sem esquecer dos bons hábitos de higiene.

O ginecologista Silvio Halpern afirma que algumas mulheres possuem o problema com maior freqüência, mas o PH pode ser controlado com a aplicação de lactobacilos para equilibrar a flora.

Se não houver o tratamento adequado, a doença pode se agravar, com pruridos (coceira) intensos que geram até microfissuras com ardência e possibilidade de aparecer novamente mais tarde.

A ginecologista Denise Coimbra explica que o tratamento pode ser feito de duas formas. A primeira é através de medicamento via oral para tratar a flora intestinal, por dose única ou durante cinco dias. A segunda é por uso de cremes vaginais com substâncias antifúngicas.

A contaminação sexual somente ocorre quando o parceiro possui os sintomas da doença. Denise afirma que, apesar de também ser sexualmente transmitida e poder passar para o homem, a candidíase precisa de um ambiente úmido com PH ácido para se desenvolver, por isso torna-se assintomática no parceiro, na maioria das vezes, provocando apenas vermelhidão e uma pequena ardência.

Dicas de prevenção

•Os sabonetes íntimos são os produtos mais indicados. Eles podem ser líquidos ou não e devem ser de PH neutro ou à base de glicerina, além de serem inodoros, para irritar menos a pele da vulva e fazer uma boa limpeza.

•Após sair do mar ou da piscina, seque bem a região da vagina.

•Além dos cuidados higiênicos normais, seque a região com secador após o banho.

•Cada mulher deve prestar atenção ao absorvente que melhor se adequar ao seu corpo, provocando menor umidade.

Por Carolina Tavares

Colaboraram:
Mariana Maldonado
Silvio Halpern- (11) 3283-2855
Denise Coimbra

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